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Read For Fun: Perdida




Eu, literalmente, acabei de ler esse livro e não poderia deixar de fazer essa resenha. Tinha planejado seguir uma ordem cronológica dos livros que li para fazer as resenhas, mas "Perdida" me fez alterar tais planos.
No início desse ano tive o prazer de começar as minhas leituras com o segundo livro da Carina Rissi, "Procura-se Um Marido" e, ao ler na contracapa que ela possuía um outro romance, fiquei louca para começar a lê-lo. Semana passada ele finalmente chegou e comecei a leitura.
Não costumo demorar muito para ler um livro, sou uma leitora do tipo compulsiva, que não pára até ter chegado à última página, mas os livros da Carina se mostraram diferenciais, não por serem chatos e maçantes ao ponto de cansarem, mas por serem tão bons, terem uma história tão envolvente que te faz querer continuar por mais tempo dentro daquele universo.
Bem, sem mais delongas, vamos à resenha: "Perdida" conta a história de Sofia, uma jovem formada em administração e completamente dependente das tecnologias. Tudo muda quando seu celular cai dentro da privada em um bar e ela precisa comprar outro, impossível de ficar sem um desses "monstrinhos". O novo aparelho à transporta para o século dezenove, onde ela se vê, literalmente, perdida.
Sofia é salva pelo jovem e sedutor Ian Clarke, que a leva para sua casa e ajuda em tudo que pode. O livro tem várias partes hilárias, como a vez em que Sofia precisa usar o banheiro e Ian a apresenta à "casinha". Confesso que esse é o único momento em que não senti inveja dela.
Em meio a vestidos volumosos, bailes, fitas de chapéu e um celular que só recebe chamadas e mensagens que a guiam de volta para casa, Sofia passa a se conhecer e a se desligar das tecnologias, e, ao lado de Ian, passa a se acostumar com essa nova vida.
"Perdida" é o tipo de livro que, mesmo lendo de forma compenetrada, é difícil definir apenas um final durante a leitura. Em alguns momentos me peguei nervosa por Sofia, sem saber onde a sua história a iria levar. Pensei em vários finais, mas nunca conseguia concluir de forma precisa que atos levariam a eles.
Sei que estou bem enigmática, mas essa é a intenção. Quero que vocês possam abrir este livro e descobrir a cada página essa história tão linda que, devo acrescentar, me rendeu uma sessão de choro copioso que me obrigou a fechá-lo em certo momento de tão agoniante que foi.
Enfim, super indico esta obra maravilhosa que me fez viajar até o século dezenove, me fez sorrir e chorar feito uma criança e me fez sonhar como uma jovem apaixonada. Agora que cheguei ao fim, só me resta esperar pela continuação que está sendo escrita pela Carina para poder mergulhar nesse mundo de Sofia mais uma vez.

It's Show Time: Da Vinci's Demons



Como o primeiro post do "Read For Fun" foi sobre um livro apresentado a mim por Natália, nada mais justo do que o "It's Show Time" começar com a resenha de uma série indicada por Lívia.
Confesso para vocês que relutei bastante em começar a assistir essa série apenas pelo fato de já ter várias na minha agenda e um espaço de tempo apertado para encaixar mais uma. Em uma tarde das recentes e merecidas férias, resolvi arriscar e assistir o piloto. Terminei os oito episódios da primeira temporada em menos de  uma semana e devo admitir: como a grande maioria dos seriados que assisto, meu único arrependimento foi não ter começado a ver antes.
Da Vinci's Demons é ambientada na Florença do Século XV, época da Alta Renascença. Se falamos de Florença como, historicamente, berço e principal palco do Renascimento, é inegável considerar os Médici como principais financiadores de tal período, algo que podemos ver claramente na série.
De um lado temos a Igreja nas mãos do Papa Sisto IV, um louco e tirano que almeja ter toda a Itália sob seu domínio, e do outro há Lourenço de Médici ou Lourenço, o Magnífico, um amante das artes que se nega a curvar-se inteiramente aos desígnios da Soberana.
No meio deste conflito de interesses está Leonardo da Vinci, um homem atormentado por visões e inconsequente usuário de drogas, que ultrapassa o título de artista e, com suas invenções e sua genialidade, conquista a admiração e confiança de Lourenço, passando a ser o engenheiro militar da Casa Médici e a criar as armas para defender a liberdade de sua amada Florença do domínio e repressão papal enquanto tenta descobrir a relação de suas visões com uma organização conhecida como os filhos de mitra e até onde elas são reais, o envolvendo muito mais do que ele poderia imaginar com os assuntos do Vaticano.



Belíssimos cenários e figurinos impecáveis são usados para contar de maneira incomum a história de um grande mestre, do homem que não foi apenas mais um artista brilhante, mas um cientista e amante da natureza com suas belezas e suas utilidades.
Essa série é o tipo de produção feita para agradar a todos, pois de um lado temos romances e do outro intrigas; de um lado arte, do outro guerra; de um lado história e do outro fantasia; tudo isso se unindo para conquistar e prender o espectador a cada minuto.
Vale muito à pena conferir e se divertir vendo esse da Vinci que vai além do Homem Vitruviano e da tão intrigante Mona Lisa, mas se mostra um da Vinci louco, um da Vinci apaixonado, um da Vinci atormentado por seus demônios.

Let's Make Up: Almost Lipstick Tender Honey da Clinique

Recentemente, fiz uma compra pelo site da Sephora (depois comento sobre essa compra aqui) e ganhei de brinde o Almost Lipstick da Clinique. Ele custa R$ 82,00 no site da Sephora. O meu veio na cor Tender Honey (35). Na bala, ele tem um aspecto marrom, mas quando você o passa  nos lábios, ele não fica exatamente da cor da bala, fica mais suave, bem clarinho, com aspecto de gloss. Ele é bem cremoso e sinto que está hidratando bem os meus lábios (moro no Sertão da Paraíba e meus lábios vivem rachados, por isso hidratação é essencial pra mim), é um batom para o cotidiano mesmo. A embalagem dele é simples, mas bonita, na cor prata e com o emblema da Clinique, coisa fina! Rsrs. A descrição dele diz o seguinte: 

Almost Lipstick é um batom com pigmentos transparentes que realçam a cor natural dos lábios, deixando-os ainda mais bonitos. Pigmento transparente se funde com o tom natural de seus lábios para criar algo maravilhoso, brilhante, emoliente, rico e muito leve”.  


Almost Lipstick Tender Honey e a sua caixinha

Swatch do Almost Lipstick Tender Honey

P.S. Meninas, vou ficar devendo a vocês fotos de melhor qualidade, porque não estou com minha câmera, apenas com a do celular. Em breve, atualizo as fotos!

Espero que tenham gostado. Deixe seus comentários!

Read For Fun: Fazendo Meu Filme 1 – A Estreia de Fani


         A primeira resenha do blog não poderia ser outra. Fazendo meu filme é uma série de livros que não tem só grande importância para esta blogueira que vos fala, mas para todas  que compõem a administração do Chá das 3.
         Nossa história com o livro começou no aniversário de Natália em 2010, quando ela ganhou dois livros iguais e foi à livraria trocar um deles. Ao passar pela estante, viu aquele livro rosa, gostou do título e acabou comprando sem saber que esse seria o livro mais fofo que já lera na sua vida. Não se contentando em lê-lo, ela resolveu dividir essa história linda com Lívia e eu, e assim começou o nosso fascínio pelas obras da Paula Pimenta.
         Fazendo meu filme conta a história de Fani, uma garota tímida e apaixonada por filmes que mora em BH e que, como toda adolescente, vive os dramas, paixões e inseguranças tão inerentes dessa fase da vida. Ela está no segundo ano do ensino médio e é apaixonada por seu professor de biologia, mas os acasos do destino fazem com que sua vida sofra uma reviravolta.
         A sua mãe, uma senhora um tanto neurótica com a opinião dos outros, resolve que, assim como a filha de sua amiga, Fani deveria tentar um intercâmbio e, enquanto se prepara para partir para a Inglaterra por um ano, ela tem que lidar com a decepção amorosa em relação ao professor e o despertar de um romance completamente inesperado com seu melhor amigo.
         Fani me lembra muito a mim mesma na minha época de escola e acredito que isso acontece com todas as garotas que leem a sua história. Paula Pimenta é uma escritora e tanto e me fez ver que a literatura nacional não são só os romances clássicos que nós lemos na escola, mas que o dom de escrever “livros de amorzinho” contemporâneo não são exclusividade da Meg Cabot ou da Stephanie Perkins. Ele existe aqui, em solo brasileiro.
         Além da linda história de amor, cheia de atropelos, o livro trás uma trilha sonora pra lá de fofa. Isso mesmo, trilha sonora! Sem mais detalhes, porque eu quero ver todos vocês lendo e comentando aqui embaixo o que acharam! xD

O Início do Quarteto

Para os que não me conhecem me chamo Felicidade, tenho uns vinte e poucos anos. Tenho várias amigas da mesma idade, mas como uma garota solteira nessa idade, preciso de ajuda pra conhecer o mundo, o amor e as coisas boas que a vida tem pra nos oferecer. E pra mim qualquer “mãozinha” não seria suficiente, queria “AS” melhores amigas possíveis de se encontrar! O tempo passou e essas amigas ganharam forma, para mim são mais conhecidas como Anna Grant, Lívia Mariana e Natália Maria. Cada uma bem diferente da outra, o que sempre tornou as coisas muito mais interessantes!!!
Conheci tais “criaturas” em dias simples, em que pensei que nada de mais iria acontecer! Conheci Anna e Lívia primeiro.  Um típico dia no ensino fundamental cruzei com as duas, e a partir do primeiro dia de aula da sexta série delas não mais me separei. Eram conversas no telefone durante a tarde, atividades feitas na biblioteca, pipocas, filmes e é claro muitas figurinhas e álbuns do Harry Potter. Coisas como essa não podiam faltar, assim como muitas risadas, leseiras e apelidos carinhosos, como Ninha, Livinha, vaca, abestalhada e por aí vai. Percebendo bem, Lívia e Anna tem coisas muito importantes em comum, adoram livros, sendo um dos mais debatidos na história dos seus 13 aos 14 anos Harry Potter, é claro.  Anna e Lívia escutavam Backstreet Boys até enjoar nessa época, não aguentava mais I want in that way pelos corredores.  Nós três, Felicidade, Anna e Lívia, tínhamos outras companhias na época, mas os momentos mais marcantes sempre foram só nossos.  Vamos a uma melhor descrição dessas garotas! Anna é levemente “Japa”, tem os cabelos castanhos escuros muito lisos, como se tivessem sido penteados pelo vento, e brilham como os olhos inocentes de uma criança, como é levemente “Japa” é preciso atenção para perceber seus olhos cor de mel com um toque de peripécia misturados com um universo de sonhos! Lívia é do tipo branquinha, com sardas, cabelos cacheados de cor bem indefinida, adora fazer os outros rirem e sempre encontra um modo de bagunçar mais um pouco.
Por mais ou menos dois anos, fomos companheiras incessantes, de todos os dias e todas as horas. Mal sabíamos nós que uma mais ainda apareceria. Como já disse, em mais um dia comum, conhecemos a nova integrante desse quarteto que lhes falo. Por causa de umas folhas esquecidas em baixo da carteira em uma primeira semana de aula, conhecemos Natália. Ela lembrava uma mistura de boneca de porcelana branquinha, com os cabelos escuros e curtos, levemente ondulados , com um ar de monja, que nos passava uma serenidade e calma que a mim, Anna e Lívia faltava.  E os dias foram passando, nós fomos nos aproximamos, continuamos estudando juntas. Ah, os anos de colégios, contávamos tudo, era convivência diária, até hoje nos perguntamos como não abusamos da cara da outra, mas enfim, deixem eu terminar a história.
Durante quatro anos, fomos inseparáveis, mesma escola, mesmas aulas, amigos em comum, nossa quantos filmes assistimos, quantas vezes morremos de rir, a barriga chegava a doer. Quantas histórias de garotos, “vai amiga, toma coragem”, tantas vezes dissemos essa frase. Até hoje, lembrar desses dias nos enche de boas lembranças.
O tempo passou, o vestibular chegou, cada uma queria um caminho diferente, Anna escolheu o direito, Lívia, a engenharia e Natália, a medicina, e eu Felicidade? Decidi acompanhar as 3 independente de onde elas fossem. Elas nunca falaram muito, mas dava pra perceber que as vezes batia um medo, de como seriam esses caminhos tão diferentes? Será que ainda encontrariam tempo, ou algo que ainda as unisse além da escola, aulas e brincadeiras de adolescente?
Então outro amigo meu, o Tempo, mostrou a essas garotas que sim, os caminhos eram diferentes, mas que elas estariam percorrendo eles juntas e muito bem acompanhadas de mim,  a Felicidade! Querem mais detalhes dessa história?!?

STAY TUNED!  You know you love me, XOXO LAN